ESCALA é um atelier de arquitectura paisagista que se inspira em conceitos ecológicos, estéticos e culturais na procura de novos estádios de equilíbrio que se manifestem na harmonia das relações entre Homem e Lugar.

Fundado por Marta Palha e Miguel Coelho de Sousa, ESCALA surge na sequência de uma década de colaboração em que se evidenciam complementaridades, se consolidam metodologias e se afirma um conceito de intervenção. A Marta pratica uma abordagem global, criativa e metódica, fruto de uma vasta experiência na coordenação de concursos e projectos nacionais e internacionais a diversas escalas. O Miguel combina rigor, intuição e criatividade, cultiva o gosto pelas plantas e pela jardinagem e acumula experiência de projecto e manutenção, nomeadamente em contextos rurais e patrimoniais. Relacionam as grandes dinâmicas da paisagem com os pequenos equilíbrios do jardim; os enquadramentos rural e urbano; os ambientes histórico e contemporâneo.

O desenvolvimento de parcerias nos campos da arquitectura, engenharia, conservação e restauro, produção de plantas e jardinagem proporciona uma capacidade de intervenção abrangente junto de clientes privados e institucionais em âmbitos residenciais, turísticos, culturais, educativos ou de saúde.

 

 

“É importante nunca perder a escala. Não só a escala do Homem como da presença humana.”

Gonçalo Ribeiro Telles, 2008

“É importante nunca perder a escala. Não só a escala do Homem como da presença humana.”

Gonçalo Ribeiro Telles, 2008

escala logo

ESCALA é um atelier de arquitectura paisagista que se inspira em conceitos ecológicos, estéticos e culturais na procura de novos estádios de equilíbrio que se manifestem na harmonia das relações entre Homem e Lugar.

Fundado por Marta Palha e Miguel Coelho de Sousa, ESCALA surge na sequência de uma década de colaboração em que se evidenciam complementaridades, se consolidam metodologias e se afirma um conceito de intervenção. A Marta pratica uma abordagem global, criativa e metódica, fruto de uma vasta experiência na coordenação de concursos e projectos nacionais e internacionais a diversas escalas. O Miguel combina rigor, intuição e criatividade, cultiva o gosto pelas plantas e pela jardinagem e acumula experiência de projecto e manutenção, nomeadamente em contextos rurais e patrimoniais. Relacionam as grandes dinâmicas da paisagem com os pequenos equilíbrios do jardim; os enquadramentos rural e urbano; os ambientes histórico e contemporâneo.

O desenvolvimento de parcerias nos campos da arquitectura, engenharia, conservação e restauro, produção de plantas e jardinagem proporciona uma capacidade de intervenção abrangente junto de clientes privados e institucionais em âmbitos residenciais, turísticos, culturais, educativos ou de saúde.

Porquê ESCALA?

ESCALA, enquanto proporção entre a realidade e a sua representação, relaciona as dimensões espaço e tempo fundamentais à abordagem de intervenção na paisagem.

ESCALA, enquanto sucessão, identifica-se com o carácter evolutivo da paisagem, intercalando etapas e sobrepondo camadas sobre uma realidade espaciotemporal que se reconhece em permanente mutação – diária, sazonal, anual, sucessional…

ESCALA, enquanto paragem, entende a sua actuação como um instante de suspensão de fluxos, ciclos, sistemas e outras dinâmicas naturais e culturais da paisagem, que permite a interpretação dos seus processos e proporciona a capacidade de os influenciar.

ESCALA inspira-se em conceitos ecológicos, estéticos e culturais, integrando-os, com capacidade de síntese e intuição, no projecto de arquitectura paisagista. Um trabalho técnico, rigoroso e metódico, que antecipa o momento criativo – a obra – e orienta, no tempo, a procura de novos estádios de equilíbrio que se manifestem na harmonia das relações entre Homem e Lugar.

Marta Palha (Lisboa, 1983)

Licenciada em Arquitectura Paisagista pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, 2007.

No mesmo ano inicia a sua actividade profissional no atelier PROAP Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, integrando a equipa de coordenação geral de projecto em 2013. Colabora em diversos concursos e projectos em Portugal, Espanha, Itália, Suíça, Bélica, Alemanha, Líbano, Bahrain, Angola, Moçambique e Brasil.

Em 2017 inicia a sua actividade liberal colaborando com diversos ateliers de arquitectura no desenvolvimento de projectos de carácter público e privado com especial incidência nas áreas de habitação e turismo.

Em 2020 funda, com o Miguel, o atelier ESCALA Landscape Architecture.

Miguel Coelho de Sousa (Lisboa, 1979)

Licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, 2003.

Em 2002 inicia a sua actividade profissional no atelier ACB Arquitectura Paisagista, onde participa em projectos de jardins privados, paisagens rurais e restauro de jardins históricos.

Entre 2008 e 2017 integra o atelier PROAP Estudos e Projectos de Arquitectura Paisagista, onde colabora em projectos de parques e jardins em Portugal, Angola, Brasil, Itália e Suíça. Coordena a investigação sobre plantas, sistemas vegetais e práticas de irrigação sustentável, e a sua aplicação ao projecto em climas áridos e mediterrânicos.

Entre 2003 e 2019 desenvolve actividade liberal de projecto de arquitectura paisagista (www.miguelcoelhodesousa.com). Em paralelo, orienta cursos sobre concepção de jardins, jardins históricos e jardinagem, na Fundação de Serralves, Porto (2004-2007), e na Associação de Amigos do Jardim Botânico da Ajuda, Lisboa (desde 2007). No âmbito patrimonial é responsável por assessorias à manutenção, conservação e restauro dos jardins do Paço de Belas (Sintra, 2003-2018), e, actualmente, dos jardins do Palácio dos Marqueses de Fronteira (Lisboa).

Associado fundador da Associação Portuguesa de Jardins Históricos (2003) e membro da actual Direcção.

Associado da Associação dos Amigos do Jardim Botânico da Ajuda (2009), membro da actual Direcção, co-responsável pela coordenação da programação formativa e cultural.

Em 2020 funda, com a Marta, o atelier ESCALA Landscape Architecture.